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II Simpósio Brasileiro de Medicamentos e Qualidade de Vida

Publicado por em 20/09/2018 às 14h51

II Simpósio Brasileiro de Medicamentos e Qualidade de Vida

Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) avaliam que, em 2030, o câncer vai alcançar 27 milhões de casos incidentes, 17 milhões de óbitos, chegando a 75 milhões de pessoas com diagnóstico anual em todo o mundo. Atualmente, o câncer é considerado uma das doenças que mais coloca pacientes em cuidados paliativos. Para debater esse cenário, o Centro Universitário Internacional Uninter realiza o II Simpósio Brasileiro de Medicamentos e Qualidade de Vida, no sábado (22) no auditório Garcez, a partir das 8h. As inscrições devem ser feitas no site e custam R$ 25.

Com o tema “Manejo da dor crônica”, o Simpósio irá debater junto à comunidade e profissionais da saúde o uso racional de medicamentos para aumentar a qualidade de vida na sua terminalidade. “São pacientes que estão conscientes da proximidade da morte e que precisam ser confortados em um processo humano e afetivo no alívio do sofrimento físico, psicológico e espiritual”, explica Cristiano Caveião, professor da Uninter e um dos organizadores do evento.

Segundo Caveião, o principal sintoma dos pacientes nestas condições é a dor; por isso a necessidade de administrar a oferta de medicamento e saber como o minimizar os efeitos da doença. “Hoje existem uma gama de fármacos utilizados para analgesia, que há um tempo atrás era disponibilizado com extrema cautela”. Além da combinação de fármacos, explica Caveião, são utilizadas outras vias de administração, como por exemplo a hipodermóclise. Isso permite que o medicamento seja administrado de maneira subcutânea, já que período de duração da analgesia é maior do que quando administrado endovenoso.

Cuidados paliativos com o paciente e com a família

No Brasil, a expectativa é que haja aparecimento de cerca de 580 mil novos casos de câncer até a próxima década. Isso significa que o número de famílias impactadas por doenças que exijam a administração de cuidados paliativos aumentará. Segundo Caveião, no entanto, em muitas situações no final de vida a família não compreende que todos os esforços para o alívio da dor já estão sendo realizado, todas as medidas estão em andamento, porém a dor continua.

A OMS estima que apenas 14% das pessoas que precisam de cuidados paliativos de fato os recebam e que, pelo menos, 80% dos pacientes com câncer terminal necessitem de cuidados paliativos. “A família possui um papel importante nesse sentido, pois será uma das administradoras dos cuidados paliativos. Assim, ela precisa ser instruída e orientada em todo o processo durante a inclusão do paciente, bem como sobre a terapêutica medicamentosa que será utilizada”, avalia.

 

Serviço:

II Simpósio Brasileiro de Medicamentos e Qualidade de Vida

Tema: Manejo da dor crônica

Data e horário: 22/09, às 8h

Local: Auditório Garcez – Rua Luiz Xavier, 103

Inscrição: www.uninter.com/extensao/eventos/ii-simposio-brasileiro-de-medicamentos-e-qualidade-de-vida/

 

PROGRAMAÇÃO

08:00 às 08:30 -    Credenciamento e welcome coffee

08:30 às 08:45 -  Abertura

08:45 às 09:30 -  Palestra Inicial: Automedicação: Um problema de Saúde Pública

09:30 às 12:00 – Mesa Redonda: Qualidade de Vida e Cuidados Paliativos

12:00 às 13:30 - Almoço

13:30 às 14:30 – Palestra: Nutrição e Cuidados Paliativos

14:30 às 15:30 – Palestra: Manejo da dor Crônica e Cuidados Paliativos

15:30 às 16:00 - Coffee Break

16:00 às 17:30 - Apresentação dos trabalhos

17:30 às 18:00 - Encerramento e Premiação dos melhores trabalhos apresentados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Categoria: Palestras
Tags: medicamentos , OMS, qualidade de vida

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