Exposição

Artista espanhol Paulino Lazur expõe em Curitiba

Publicado por Guia Amo Curitiba em 16/07/2016 às 00h01

Mostra “A Construção da Geometria” estreia no dia 19 de julho, na Diretriz Arte Contemporânea

Artista

 

Pintura que integra a exposição "Construção da Geometria"

Estreia na próxima terça-feira (19), às 19h, na galeria curitibana Diretriz Arte Contemporânea, a exposição “A Construção da Geometria”, do artista espanhol Paulino Lazur, reconhecido pela extrema sensibilidade na organização do espaço e uso das cores. Entre as obras expostas, estão pinturas e esculturas destacadas dos trabalhos mais emblemáticos do artista, que é radicado na cidade de São Paulo.

Para Elvira Vernaschi, historiadora, crítica de arte e membro das Associações Brasileira e Internacional de Críticos de Arte (ABCA e AICA), que acompanha há anos a trajetória do artista, o trabalho de Lazur reflete harmonia. “O modo como utiliza o espaço e a maneira como trabalha formas e cores instigam o olhar, multiplica perspectivas e nos conduz a trabalhar nossa própria percepção. Suas ferramentas são a linha, a cor e a forma. Elementos com os quais trabalha seu rigor artístico e nos brinda com magicidade”, detalha.

Esta é a quarta exposição promovida pela Diretriz, desde a sua abertura, há sete meses. “É uma alegria receber um artista como o Paulino. Estamos lisonjeados! Para o público curitibano, é uma grande oportunidade poder admirar de perto um trabalho tão meticuloso e, mais ainda, ter a chance de adquirir uma de suas obras”, afirma a galerista Zuleika Bisacchi.

Na abertura da mostra, a galeria irá homenagear a terra natal de Paulino, com um coquetel a partir das 19h e duas apresentações de dança flamenca com a bailarina Carmem Romero. 

Sobre Paulino Lazur

Escultor, pintor e desenhista, Paulino Lazur é natural de Barcelona (1949). Veio para o Brasil em 1955, onde se formou na Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Desde 1977 realiza diversas exposições individuais e coletivas. Entre os prêmios mais importantes recebidos pelo artista estão o 1º e o 2º Salão de Artes Plásticas da Grande São Paulo, em 1985/86.

Sobre a Diretriz Arte Contemporânea

Inaugurada em dezembro de 2015, pela galerista Zuleika Bisacchi, a Diretriz Arte Contemporânea realiza um trabalho de responsabilidade, critério, coerência, integridade e respeito aos artistas e ao público apreciador das artes, em suas diversas linguagens. Trata-se de um espaço de contemplação e cultura, onde o investidor tem a oportunidade de apreciar e adquirir obras de artistas já consagrados, assim como daqueles que estão despontando no meio.

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SERVIÇO

A Construção da Geometria

Abertura no dia 19 de julho, a partir das 19h

Período da exposição: de 19 de julho a 8 de setembro

Local: Diretriz Arte Contemporânea

End.: Av. do Batel, 1868 / Pátio Batel / Piso L3 / Loja 329

Segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 14h às 20h.

Entrada franca

 

 

 

Categoria: Exposição
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Fernando Ribeiro apresenta trabalho inédito em Curitiba

Publicado por Guia Amo Curitiba em 06/07/2016 às 00h01

Referência em performance art, Fernando Ribeiro apresenta trabalho inédito em Curitiba

O artista exibe a performance Amálgama, no dia 8 de julho, na Diretriz Arte Contemporânea

RibeiroNo dia 8 de julho, às 19h, um dos artistas mais emblemáticos da arte performática brasileira, Fernando Ribeiro, apresenta a performance Amálgama, em Curitiba, a convite da Diretriz Arte Contemporânea. Inédito, o trabalho foi criado exclusivamente para a galeria.

Entre os trabalhos mais importantes de Fernando Ribeiro está a participação na exposição "Terra Comunal – Marina Abramovic + MAI", onde incorporou a performance "O datilógrafo", que aconteceu em São Paulo (SP), em 2015.

Como curador, Ribeiro organiza o p.Arte - Mostra de Performance Art, evento mensal dedicado exclusivamente a performance. A iniciativa é totalmente independente e prioriza a reflexão e a divulgação dessa temática no Brasil.

A apresentação de Fernando Ribeiro na Diretriz Arte Contemporânea marca os últimos dias da exposição Intensidades Sensíveis, em cartaz na galeria até o dia 14 de julho. A mostra exibe a arte dos artistas Daniel Duda, Juliana Gisi, Lailana Krinski e Samuel Dickow. Todas as obras expostas podem ser adquiridas.

Mais sobre o artista

Artista de performance e curador, Ribeiro vive e trabalha em Curitiba (PR), onde iniciou seus estudos sobre performance art em 1999. Suas performances exploram a ação como potência artística de reflexão e alteração de significados na vida e no mundo. Participou de importantes eventos e mostras como Grace Exhibition Space, em Nova York; Defibrillator Performance ArtGallery, em Chicago; Mobius, em Boston; e o Miami Performance International Festival, em Miami.

Sobre a Diretriz Arte Contemporânea

Inaugurada em dezembro de 2015, pela galerista Zuleika Bisacchi, a Diretriz Arte Contemporânea realiza um trabalho de responsabilidade, critério, coerência, integridade e respeito aos artistas e ao público apreciador das artes, em suas diversas linguagens. Trata-se de um espaço de contemplação e cultura, onde o investidor tem a oportunidade de apreciar e adquirir obras de artistas já consagrados, assim como daqueles que estão despontando no meio.

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SERVIÇO:

Amálgama: Performance art, com Fernando Ribeiro

Data: 8 de julho

Hora: 19h

Local: Diretriz Arte Contemporânea / Pátio Batel

End.: Av. do Batel, 1868 , piso L3, loja 329, Curitiba, PR

Categoria: Exposição
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Experimentações de Samuel Dickow, em cartaz na Diretriz

Publicado por Guia Amo Curitiba em 25/06/2016 às 00h01

Diálogo entre pintura e fotografia marca experimentações de Samuel Dickow, em cartaz na Diretriz

Mostra está em cartaz até 14 de julho, na galeria Diretriz Arte Contemporânea

pintura

Pintura de Samuel Dickow, em cartaz na galeria Diretriz Arte Contemporânea

A galeria Diretriz Arte Contemporânea apresenta até o dia 14 de julho o trabalho do artista plástico Samuel Dickow, na exposição “Intensidades Sensíveis”, que tem curadoria de Ana Rocha e participação de outros três artistas: Daniel Duda, Juliana Grisi e Lailana Krinski. Na exposição, Samuel exibe seu trabalho em pintura acrílica sobre tela, que dialoga com questões presentes nas obras homônimas de Marcel Duchamp e Lygia Pape, chamadas Étant Donné - escolhidos pela curadoria como referência para inúmeras reflexões, releituras e contrapontos apresentados na mostra.

Samuel Dickow explora a pintura e a fotografia para formalizar questões poéticas e produzir experimentações. A produção do artista curitibano é dividida em diversas séries de experimentações com a linguagem pictórica, reflexo de uma pesquisa definida como “uma imersão no mundo sensível e sua emersão no mundo das representações”.

“Embaso minha pesquisa a partir da interdependência entre a imagem fotográfica e a pintura, para refletir no objeto de arte percepções sobre temporalidade da imagem e seu conteúdo histórico”, conta Dickow.

Sobre os Étant Donné

A obra Étant Donné de Duchamp, feita entre 1946 e 1966, é uma instalação em que o espectador se vê diante de uma porta rústica e é convidado a olhar por uma fenda na porta. O que se vê: parte de um corpo nu deitado sobre a grama, sua mão segurando um lampião. Ao fundo, vê-se uma paisagem e uma cachoeira, que volta e meia brilha. Já o Étant Donné de Lygia Pape (1999), cujo título vem acrescido de um ponto de interrogação, é uma releitura da obra de Duchamp. Neste, a artista inclui o seu rosto numa colagem digital que completa a imagem do corpo visto através da fenda da porta no original.

Sobre Samuel Dickow

Graduado em Artes Visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná, Samuel Dickow tem em seu currículo exposições como a mostra individual “Sem Título”, no Museu da Gravura e da Fotografia da Cidade de Curitiba, e “O Óbvio Improvável”, na Farol Galeria de Arte e Ação, com a curadoria de Keila Kern e Margit Leisner. Em 2013 participou da Mostra Sesi Arte Contemporânea, com o trabalho “Dispositivos Móveis”, texto crítico do trabalho de Arthur do Carmo. Entre 2012 e 2014, participou da 6ª edição projeto Bolsa Produção da cidade de Curitiba e, recentemente, participou da exposição coletiva “Limiar”, na Galeria SIM, com a curadoria de Arthur do Carmo e Tony Camargo.

Sobre a Diretriz Arte Contemporânea

Inaugurada em dezembro de 2015, pela galerista Zuleika Bisacchi, a Diretriz Arte Contemporânea realiza um trabalho de responsabilidade, critério, coerência, integridade e respeito aos artistas e ao público apreciador das artes, em suas diversas linguagens. Trata-se de um espaço de contemplação e cultura, onde o investidor tem a oportunidade de apreciar e adquirir obras de artistas já consagrados, assim como daqueles que estão despontando no meio.

 

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SERVIÇO

Exposição Intensidades Sensíveis

Período: De 14 de maio a 14 de julho

Local: Diretriz Arte Contemporânea

End.: Av. do Batel, 1868 / Shopping Pátio Batel / Piso L3 / Loja 329

Horário: Segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 14h às 20h

Entrada franca

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Categoria: Exposição
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Tridimensional: obras de Lailana Krinski

Publicado por Guia Amo Curitiba em 16/06/2016 às 00h01

Tridimensional: obras de Lailana Krinski instigam pela materialidade visual

Lailana

Exposição fica em cartaz até 14 de julho de 2016

LailanaUm trabalho construído em camadas e na busca por salientar as relações mais intrínsecas entre as diferentes linguagens artísticas. A frase apresenta a obra da artista Lailana Krinski, que ao lado de Daniel Duda, Juliana Gisi e Samuel Dickow integra a exposição Intensidades Sensíveis, da Diretriz Arte Contemporânea, em Curitiba. A mostra aborda questões sobre a imagem na atualidade que, na visão da curadora, Ana Rocha, remetem a questões apontadas nas obras homônimas Etant Donné de Marcel Duchamp e Lygia Pape. A exposição fica em cartaz até 14 de julho.

Lailana apresenta um desenho feito com pasta de modelar, com relevo e densidade. O material branco, repetidamente aplicado no papel, dá corpo ao desenho e trás a escultura à tona. Segundo Ana Rocha, ainda que o trabalho permaneça visual, Lailana se vale do elemento tátil, numa relação quase contrária a Marcel Duchamp, pois toda a construção de Étant Donné se dá sobre a sedução do ilusionismo da perspectiva da imagem. “As imagens provocam no espectador uma curiosidade sobre o que há por trás dos volumes”, explica a curadora.

Sobre os Étant Donné

A obra Étant Donné de Duchamp, feita entre 1946 e 1966, é uma instalação em que o espectador se vê diante de uma porta rústica e é convidado a olhar por uma fenda na porta. O que se vê: parte de um corpo nu deitado sobre a grama, sua mão segurando um lampião. Ao fundo, vê-se uma paisagem e uma cachoeira, que volta e meia brilha. Já o Étant Donné de Lygia Pape (1999), cujo título vem acrescido de um ponto de interrogação, é uma releitura da obra de Duchamp. Neste, a artista inclui o seu rosto numa colagem digital que completa a imagem do corpo visto através da fenda da porta no original.

Sobre Lailana Krinski

Lailana Krisnki caminha por diferentes esferas do mundo da arte, desenvolvendo trabalhos como artista plástica, crítica de arte e educadora. É graduada em Artes Visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná e especialista em História da Arte Moderna e Contemporânea pela Escola de Belas Artes do Paraná. Foi coordenadora do projeto #LAB, laboratório de crítica de arte, e conquistou em 2015 o Prêmio Bolsa Produção em Artes Visuais do Museu da Gravura da Cidade de Curitiba (PR).

Sobre a Diretriz Arte Contemporânea

Inaugurada em dezembro de 2015, pela galerista Zuleika Bisacchi, a Diretriz Arte Contemporânea realiza um trabalho de responsabilidade, critério, coerência, integridade e respeito aos artistas e ao público apreciador das artes, em suas diversas linguagens. Trata-se de um espaço de contemplação e cultura, onde o investidor tem a oportunidade de apreciar e adquirir obras de artistas já consagrados, assim como daqueles que estão despontando no meio.

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Créditos das imagens: Maringas Maciel.

 

SERVIÇO

Exposição Intensidades Sensíveis

Período: De 14 de maio a 14 de julho

Local: Diretriz Arte Contemporânea

End.: Av. do Batel, 1868 / Shopping Pátio Batel / Piso L3 / Loja 329

Horário: Segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 14h às 20h

Entrada franca

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Categoria: Exposição
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Juliana Gisi apresenta série fotográfica

Publicado por Guia Amo Curitiba em 01/06/2016 às 00h01

Juliana Gisi apresenta série fotográfica produzida em longa exposição 

O trabalho integra a mostra Intensidades Sensíveis, em cartaz até 14 de julho, na Diretriz Arte Contemporânea 

Gisi A série de fotografias intitulada “Incidente Luminoso”, de Juliana Gisi, está em cartaz na galeria Diretriz Arte Contemporânea, em Curitiba, até o dia 14 de julho. Na obra, a fotógrafa explora técnicas de registro da luz e a capacidade de captá-la a partir da longa exposição. São imagens feitas durante o entardecer, naquele momento chamado de lusco-fusco. 

“O registro que vemos não é a captura de uma cena, mas do seu estado quando registrada no tempo de duração da exposição, por uma câmera fotográfica, ao entardecer, como uma experimentação da captura do modelado da luz”, descreve a fotógrafa. 

A série de Juliana faz parte da mostra Intensidades Sensíveis, que também traz a arte de Daniel Duda, Lailana Krinski e Samuel Dickow. Cada um a sua maneira, os artistas abordam a temática da imagem na atualidade. Na visão da curadora, Ana Rocha, os trabalhos remetem a questões apontadas nas obras homônimas Etant Donné de Marcel Duchamp e Lygia Pape.

Sobre os Étant Donné

A obra Étant Donné de Duchamp, feita entre 1946 e 1966, é uma instalação em que o espectador se vê diante de uma porta rústica e é convidado a olhar por uma fenda na porta. O que se vê: parte de um corpo nu deitado sobre a grama, sua mão segurando um lampião. Ao fundo, vê-se uma paisagem e uma cachoeira, que volta e meia brilha. Já o Étant Donné de Lygia Pape (1999), cujo título vem acrescido de um ponto de interrogação, é uma releitura da obra de Duchamp. Neste, a artista inclui o seu rosto numa colagem digital que completa a imagem do corpo visto através da fenda da porta no original.

Sobre Juliana Gisi

Juliana Gisi atua como artista há mais de 17 anos, quando concluiu o Curso Superior de Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. É especialista em História da Arte do Século XX, mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná e doutora em Artes Visuais, linha de História, Teoria e Crítica de Arte, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 2015 publicou o livro 60/70: as fotografias, os artistas e seus discursos, elaborado a partir de sua tese de doutorado, como resultado do XIV Prêmio Marc Ferrez de Fotografia da Funarte. Atualmente é professora da Universidade Federal do Paraná.

Sobre a Diretriz Arte Contemporânea

Inaugurada em dezembro de 2015, pela galerista Zuleika Bisacchi, a Diretriz Arte Contemporânea realiza um trabalho de responsabilidade, critério, coerência, integridade e respeito aos artistas e ao público apreciador das artes, em suas diversas linguagens. Trata-se de um espaço de contemplação e cultura, onde o investidor tem a oportunidade de apreciar e adquirir obras de artistas já consagrados, assim como daqueles que estão despontando no meio.

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SERVIÇO

Exposição Intensidades Sensíveis

Período: De 14 de maio a 14 de julho

Local: Diretriz Arte Contemporânea

End.: Av. do Batel, 1868 / Shopping Pátio Batel / Piso L3 / Loja 329

Horário: Segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 14h às 20h

Entrada franca

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Categoria: Exposição
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Vídeoarte de Daniel Duda

Publicado por Guia Amo Curitiba em 26/05/2016 às 00h01

Vídeoarte de Daniel Duda explora diferentes suportes da linguagem

 O artista está em cartaz na exposição Intensidades Sensíveis, em Curitiba

Vídeoarte

 

Construir imagens que transitem entre o meio digital e a concretude física, evidenciando a troca entre homem e máquina. É o que pretendem as obras do artista Daniel Duda que estão em cartaz na exposição Intensidades Sensíveis, da Diretriz Arte Contemporânea, em Curitiba. Sua arte explora as novas tecnologias de criação digital e os diferentes suportes da linguagem, desde fotos e vídeos, até o uso de objetos.

Duda constrói novas estruturas, a partir de imagens já existentes. As obras em exposição fazem parte da sua série Ecos, de 2015, na qual registra água corrente como fluxos de movimento, e também desenhos que reverberam de cenas registradas em vídeo.

Com curadoria de Ana Rocha, Intensidades Sensíveis traz ainda a arte de Juliana Gisi, Lailana Krinski e Samuel Dickow. Todas as obras são inspiradas nos trabalhos homônimos de Marcel Duchamp e Lygia Pape chamados Étant Donné, que servem como referência para um diálogo sobre imagem e linguagem. A exposição está no piso L3 do shopping Pátio Batel, todos os dias da semana, até o dia 14 de julho.

Mais sobre o artista

Natural de Curitiba (PR), Daniel Duda é bacharel em Cinema e Vídeo e pós-graduado em História da Arte Moderna e Contemporânea, pela Escola de Belas Artes do Paraná. Participou de três edições do FILE São Paulo (2009, 2011 e 2015) e FILE Rio (2010 e 2012), e em 2012 foi convidado a apresentar seu trabalho no 64° Salão Paranaense, onde conquistou o prêmio residência artística. Em 2013 fez parte da XX Bienal Internacional de Curitiba e recentemente ganhou o prêmio do 5° Salão dos Artistas Sem Galeria, realizado na Galeria Zipper e Casa da Xiclet, em São Paulo (SP).

Sobre a Diretriz

Inaugurada em dezembro de 2015, pela galerista Zuleika Bisacchi, a Diretriz Arte Contemporânea realiza um trabalho de responsabilidade, critério, coerência, integridade e respeito aos artistas e ao público apreciador das artes, em suas diversas linguagens. Trata-se de um espaço de contemplação e cultura, onde o investidor tem a oportunidade de apreciar e adquirir obras de artistas já consagrados, assim como daqueles que estão despontando no meio.

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SERVIÇO

Exposição Intensidades Sensíveis

Período: De 14 de maio a 14 de julho

Local: Diretriz Arte Contemporânea

End.: Av. do Batel, 1868 / Shopping Pátio Batel / Piso L3 / Loja 329

Horário: Segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 14h às 20h

Entrada franca

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Categoria: Exposição
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O Brasil pelos olhos de Taunay

Publicado por Guia Amo Curitiba em 19/05/2016 às 00h01

Obra do pintor francês é discutida em evento na Aliança Francesa

 TaunayApesar da curta permanência do pintor francês Nicolas Antoine Taunay no Brasil, em cinco anos ele produziu 45 telas, marcando a história da arte no século XIX.

No Sarau Histoire, que acontece nesta sexta-feira (20/05), a professora Daniele Rocha Saucedo, do Curso de História e Mestrado em Direitos Humanos da PUCPR, vai contar as histórias e influências deixadas na arte, como o desenvolvimento da pintura de paisagens no país.

O encontro acontece às 19h30, no Café Babette (Alameda Prudente de Morais, 1101 – Centro). Mais informações no telefone 41 3223 4457.

 

 

 

 

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Categoria: Exposição
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Exposição retrata mitologia em fotografias

Publicado por Guia Amo Curitiba em 18/05/2016 às 00h01

Exposição retrata mitologia em fotografias que revelam o íntimo de cada personagem

 Magia, encanto e sedução fazem parte da mostra que fica aberta até o dia 17 de julho

mitologiaMitos, contos, visões e histórias de personagens como Lilith, Eros, Narciso e Psiquê, Pierrot e Colombina, Afrodite e Sucubo, estarão à mostra a na exposição Arquétipos, da Psicóloga Analista Junguiana, Fotógrafa e Professora, Sonia Regina Lyra, que entra em cartaz nesta quinta-feira, dia 19, no Museu da Fotografia Cidade de Curitiba. Cerca de 19 obras compõe o acervo que inaugura três salas novas de exposições no museu. Sobre a curadoria do fotógrafo Alberto Melo Viana, a mostra é única em sua forma e contexto. Ele ainda destaca que “a fotógrafa se apaixona pela fotografia como se apaixona por alguém e seu trabalho é carregado de magia,mitologia sedução, paixão, desejo, esperança, fé e uma imensa vontade de poder que está sempre presente no âmago do ser humano.”

Arquétipos expõe retratos de pessoas que representam um personagem mítico, isto é, um conteúdo arquetípico personificado.  A técnica usada faz parte do percurso dos estudos com a fotografia que Sonia iniciou no ano de 2012, no Centro Europeu, em Curitiba e, logo após, fez uma Pós-graduação em Fotografia, Imagem e Movimento, na Universidade Positivo.

Como o mundo dos arquétipos é a base do seu trabalho como Analista Junguiana, eles não poderiam ficar de fora em seu trabalho como fotógrafa. Tudo começou em uma aula de Still quando Sonia levou o Orixá Obaluaiê, que é a representação de um arquétipo da mitologia africana. O resultado foi excelente levando novas perspectivas para ela. “Fiquei completamente apaixonada pela foto, assim como ficamos pela pessoa amada. Entusiasmada com os resultados, fiz um curso específico de iluminação e retratos, quando então surgiram os primeiros personagens inspirados na Saga do Rei Artur e de Avalon, entre outros”, diz Sonia.

“A mostra leva o visitante para o mundo mágico da mitologia e quem visitar a exposição poderá contemplar retratos, cores, beleza e muita emoção”, conta Sonia que é uma amante da Lua Cheia desde criança e, ao longo de sua carreira, tem realizado praticamente todos os sonhos de sua vida, os grandes e os pequenos. Para ela, ser artista vai além das esferas terrestres, “é um universo onde se tem muito trabalho, mas é de fato, maravilhoso! Não consigo parar de fotografar e convidar mais e mais pessoas para virem representar seus personagens”, finaliza a artista.

 

mitologiaSobra a artista:

Fotógrafa profissional pelo Centro Europeu de Curitiba; Pós-graduada em Fotografia, Imagem e Movimento pela Universidade Positivo. Graduação em Ppsicologia pela PUCPR; Mestre em Filosofia pela PUCPR; Doutora em Ciências da Religião pela PUCSP; Analista Junguiana membro da Associação Junguiana do Brasil – AJB e da International Association for Analytical Psychology) – IAAP; é diretora e professora do ICHTHYS Instituto de Psicologia e Religião, em Curitiba.

 

 

Serviço:

Evento: Exposição Arquétipos

Data: de 19 de maio até 17 de julho

Local: Museu da Fotografia Cidade de Curitiba – Solar do Barão

Endereço: Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 - Centro, Curitiba – PR

Entrada: Franca

Horário: de terça a sexta-feira das 09h às 12h e das 13h às 18h; sábados, domingos e feriados das 12h às 18h.

Mais Informações: www.archeportrait.com

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Categoria: Exposição
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Exposição Intensidades Sensíveis abre sábado

Publicado por Guia Amo Curitiba em 13/05/2016 às 00h01

Exposição Intensidades Sensíveis abre sábado, na Diretriz Arte Contemporânea

A mostra tem curadoria de Ana Rocha e arte de Daniel Duda, Juliana Gisi, Lailana Krinski e Samuel Dickow

Exposição

No próximo sábado (14), a galeria Diretriz Arte Contemporânea abre a exposição Intensidades Sensíveis, em Curitiba. A mostra reúne obras de Daniel Duda, Juliana Gisi, Lailana Krinski e Samuel Dickow, sob curadoria de Ana Rocha. Para o vernissage, a galerista Zuleika Bisacchi receberá os artistas e convidados com um coquetel especial, das 11h às 14h, no piso L3 do shopping Pátio Batel.

A exposição é inspirada em obras homônimas de Marcel Duchamp e Lygia Pape, chamadas Étant Donné, que servem como referência para um diálogo sobre imagem e linguagem. Daniel Duda atua principalmente com imagens em movimento. O trabalho apresentado na mostra é parte da série Ecos, de 2015, na qual o artista registra água corrente como fluxos de movimento. De Juliana Gisi, a exposição mostra "Incidente Luminoso”, uma série de fotografias que trata de um tema que é, na verdade, a própria fotografia: o registro da luz ou a capacidade de captá-la. As imagens são feitas em longa exposição durante o entardecer, no lusco-fusco.

ExposiçãoJá nos trabalhos de Samuel Dickow, a pintura constrói uma equação em que se soma e se multiplica procedimentos. Em seu trabalho “Game Over”, essas relações entre os diferentes procedimentos de construção da imagem se tornam mais evidentes. O trabalho de Lailana Krinski também se constrói em camadas. De acordo com a curadora da mostra, sua pesquisa, apoiada no desenho, não pode ser definida como uma pesquisa específica de linguagem, mas como uma busca de salientar suas relações mais intrínsecas. Para essa exposição, ela traz um desenho de projeto de escultura e instalação feito com pasta de modelar.

Para Ana Rocha, a aproximação dos Étant Donné de Duchamp e Lygia com as obras desses quatro artistas deixa claro que a produção artística contemporânea está em constante busca pela integração das esferas estética, ética e política, muito defendida por Lygia. "Foi na geração de Lygia que os artistas brasileiros penetraram a fundo nas ideias europeias e americanas, sem cerimônia ou sentimento de inferioridade. Isso se reflete na produção nacional até hoje", afirma a curadora.

Sobre os Étant Donné

A obra Étant Donné de Duchamp, feita entre 1946 e 1966, é uma instalação em que o espectador se vê diante de uma porta rústica e é convidado a olhar por uma fenda na porta. O que se vê: parte de um corpo nu deitado sobre a grama, sua mão segurando um lampião. Ao fundo, vê-se uma paisagem e uma cachoeira, que volta e meia brilha. Já o Étant Donné de Lygia Pape (1999), cujo título vem acrescido de um ponto de interrogação, é uma releitura da obra de Duchamp. Neste, a artista inclui o seu rosto numa colagem digital que completa a imagem do corpo visto através da fenda da porta no original.

De acordo com Ana Rocha, Étant Donné é mais que uma imagem. É uma transposição de linguagens. "Elementos escultóricos e pictóricos são usados para criar uma imagem, pois o trabalho apenas se concretiza ao olharmos a instalação pela fenda na porta. Vemos apenas a imagem, o trabalho, e não os elementos de sua construção. Lygia Pape, quando repete esse trabalho personificando a obra com o seu rosto, ressignifica a relação entre o que é dado e o que é visto pelo espectador", explica a curadora. Segundo ela, Lygia opera de forma pós-moderna, pós-estruturalista, construindo relações e estruturas a partir do que já está posto, como se constroem palavras e frases a partir de um alfabeto.

Diante dessas referências, os artistas de Intensidades Sensíveis recolocam, cada um a sua maneira, algumas questões que Marcel Duchamp apontava ao fazer Etant Donné. E, ao mesmo tempo, remetem aos procedimentos de Lygia Pape. "Seus trabalhos formam-se pela sobreposição de procedimentos técnicos e narrativos, pela transposição de linguagens e apropriações", define a curadora.

 

SERVIÇO

Exposição Intensidades Sensíveis

Vernissage: Dia 14 de maio, às 11h

Período: De 14 de maio a 14 de julho

Local: Diretriz Arte Contemporânea

End.: Av. do Batel, 1868 / Shopping Pátio Batel / Piso L3 / Loja 329 

Horário: Segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 14h às 20h

Entrada franca

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Categoria: Exposição
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SP-Arte: Ybakatu exibiu obras de R$ 1,8 mil a R$ 60 mil

Publicado por Guia Amo Curitiba em 20/04/2016 às 00h01

SP-Arte: Ybakatu exibiu obras de R$ 1,8 mil a R$ 60 mil

 Cerca de 50% do faturamento da galeria curitibana vem de negócios gerados na feira

Ybakatu

 

Nos dias 7 a 10 de abril, 124 galerias de arte nacionais e internacionais se reuniram no Parque Ibirapuera, em São Paulo, para a 12ª SP-Arte, evento referência no mercado de arte brasileiro. A galeria curitibana Ybakatu Espaço de Arte levou obras de mais de dez artistas, avaliadas em cerca de R$ 200 mil, com valores unitários que foram de R$ 1,8 mil a R$ 60 mil.

Participando do evento pela sétima vez, a Ybakatu recebeu colecionadores e representantes de instituições públicas e privadas. “Esta edição da feira foi bastante positiva, superando a expectativa que tínhamos para este ano”, conta a galerista Tuca Nissel.

YbakatuA relevância da participação da Ybakatu no evento é enorme, tendo em vista de 50% do volume de vendas anual da galeria se dá no evento. Por isso, além da oportunidade de comercialização das obras, Tuca vê na feira, também, uma chance de avaliação do mercado. "A SP-Arte é um bom termômetro para analisarmos o contexto atual do segmento".

Além da Ybakatu, apenas outras seis galerias da Região Sul participaram do evento, que reuniu algumas das galerias mais influentes do mundo, como a David Zwirner e Michael Werner (Estados Unidos), White Cube e Lisson (Inglaterra), Continua e Cardi (Itália), Kurimanzutto (Cidade do México) e Neugerriemschneider (Alemanha).

Entre as obras levadas pela Ybakatu, estiveram peças assinadas por Alex Flemming, Claudio Alvarez, C.L Salvaro, Cristina Ataíde, Gilson Camargo, Glauco Menta, Hugo Mendes, Isaque Pinheiro, Ligia Borba, Ricardo Machado, Rogerio Ghomes, Tatiana Stropp, Washington Silvera e Yiftah Peled. Segundo Tuca, o objetivo foi levar novidades dos artistas já conhecidos do público e, também, apresentar nomes novos aos consumidores de arte.

Sobre a Ybakatu

Ligada à ABACT (Associação Brasileira de Arte Contemporânea), a Ybakatu atua há 20 anos no cenário de artes visuais, representando artistas brasileiros eYbakatu internacionais. Realiza mostras individuais e coletivas em sua sede, na capital do Paraná, e ainda participa de feiras no Brasil e no exterior. Entre os artistas da galeria também estão Brandon LaBelle, Debora Santiago, Fernanda Magalhães, Fernando Augusto, Fernando Cardoso, Fernando Ribeiro, Francisco Olivares Díaz, João Loureiro, Leila Pugnaloni, Marcelo Scalzo, Marcus André, Marta Neves, René Sultra e Maria Barthélémy, Ricardo E. Machado, Sebastiaan Bremer e Sonia Navarro.

Em comemoração às duas décadas de atuação, a Galeria Ybakatu realizou um grande projeto de ocupação em uma casa em Curitiba. A mostra coletiva, que durou um mês, contou com mais de 60 obras de arte, de 24 artistas ligados àgaleria, além de performances e eventos especiais que aconteciam nos finais de semana. Para saber mais sobre a galeria, acesse ybakatu.com.

Fotos: Gilson Camargo.

Para mais fotos, acesse: http://www.olharcomum.com.br/galeria-ybakatu-20-anos/

Curitiba

 

Categoria: Exposição, Notícias
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