Passeios Culturais

AMORC celebra 60 anos

Publicado por Guia Amo Curitiba em 07/05/2016 às 00h01

Ordem Rosacruz – AMORC celebra 60 anos no Brasil e países de língua portuguesa

AMORC

 

 

AMORCUma escola mística cujo propósito é auxiliar no desenvolvimento humano, a Ordem Rosacruz – AMORC é uma filosofia de vida que reúne pessoas de todas as crenças em seu quadro de membros, cultivando a fraternidade entre as pessoas. No dia 9 de maio ela comemora 60 anos de atividade no Brasil e em países onde o português é o idioma oficial.

Dividida por jurisdições idiomáticas, esta fraternidade tem suas raízes no Egito Antigo, remontando ao ano 1500 a.C. Através de um sistema comprovado de ensino à distância, transmite sua sabedoria a seus afiliados por meio de Monografias Oficiais, cobrindo misticismo, ciência, filosofia e cultura, com atenção especial a exercícios práticos em todos esses campos. Promove a paz no mundo por meio do estabelecimento da paz individual, pois entende que não haverá um mundo melhor sem seres humanos melhores.

A data não poderia passar em branco, e no dia 9 de maio o Bosque Rosacruz será palco de uma grande comemoração. “Uma homenagem a todos que colaboraram de alguma forma com a história da Grande Loja de Língua Portuguesa”, diz o Grande Mestre da jurisdição de língua portuguesa da Ordem Rosacruz, Hélio de Moraes e Marques.

O evento terá atividades exclusivas para os membros, afinal são eles que mantêm a Ordem Rosacruz ativa de geração em geração. Mas os amigos da AMORC e o público em geral também poderão fazer parte dessa celebração. “Nossa Grande Loja completa 60 anos de existência com muitas realizações de natureza cultural e mística, sempre visando atender os membros de nossa Ordem e a sociedade em geral. Enriquecer-se de conhecimento, sobretudo quando o mesmo está vinculado à busca espiritual, é preparar-se para a vida”, comenta Hélio.

Para que este seja um grande dia, as festividades terão uma cerimônia cívica com hasteamento de bandeiras e a execução do Hino Nacional em frente ao Auditório H. Spencer Lewis. Uma convocação ritualística e um ritual do Conselho de Solace, privativos para os membros da Ordem, serão realizados no Grande Templo. Além disso, haverá um show artístico com o grupo Wandula Quartet e com a cantora Edith de Camargo, que interpretará sucessos da saudosa rosacruz Édith Piaf.

Será um momento único. Um dia mais que especial para se festejar com os rosacruzes, com a comunidade e com seus colaboradores. Faça parte você também! Venha celebrar conosco o compromisso constante de perpetuar a Tradição Mística e cultivar a fraternidade.

 AMORC

Serviço

Evento: Comemoração de 60 anos da Ordem Rosacruz – AMORC  

Data: 9 de maio de 2016

Local: Ordem Rosacruz – AMORC

Endereço: Rua Nicarágua, 2620 - Bacacheri - 82515-260 - Curitiba, Paraná.

Inscrições: através do site da AMORC

Horário: das 09h às 17h.

Mais informações: www.amorc.org.br

Curitiba

 

Categoria: Agenda, Passeios Culturais, Sobre a cidade
Comentários (0)

Arquitetura em Curitiba

Publicado por Guia Amo Curitiba em 25/06/2015 às 00h01

Arquitetura

Arquitetura em Curitiba: 10 obras para quem gosta de arquitetura

PALACETE DOS LEÕES

Arquitetura

(Foto: Luiz Bocian)

Palacete dos Leões conta com um estilo eclético e é do início do século XX, na época do ciclo da erva-mate. Já foi palco de momentos históricos em Curitiba como a hospedagem do então Presidente da República Affonso Penna em 1906. Hoje é um museu mantido pelo BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) e recebe exposições culturais como lançamento de livros e concertos musicais. No Palacete há um acervo de mais de três mil livros.

Endereço: Av. João Gualberto, 530, Alto da Glória

Horário: de segunda a sexta das 12h30 às 18h

Preço: gratuito

MUSEU OSCAR NIEMEYER (MON)

MUSEU OSCAR NIEMEYER

(Foto: Gilberto Simon – Porto Imagem)

Um dos pontos turísticos mais famosos da arquitetura em Curitiba, o Museu Oscar Niemeyer (MON) recebe exposições de Artes Visuais, Arquitetura, Urbanismo e Design. Foi projetado pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer e foi inaugurado como museu em 2002. Nesse período de 11 anos, já recebeu mais de 2 milhões de visitas. Anteriormente, teve as obras iniciadas em 1967 e ficou pronto 21 anos depois, se tornando sede das secretarias do Estado. Foi escolhido em 2012 pelo guia estadunidense Flavorwire como um dos 20 museus mais bonitos do mundo. É parada obrigatória na capital paranaense!

Endereço: Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico

Horário: de terça a domingo das 10h às 18h

Preço: R$6 inteira e R$3 a meia-entrada

CASA ESTRELA

casa estrela

(Foto: João Borges – PUCPR)

Considerada a única moradia no mundo inspirada no esperanto e na teosofia, a Casa Estrela foi reinaugurada em junho de 2013. Ela foi construída em 1930 com madeira de pinho em formato de estrela e passou por sete anos de restauração. A Casa Estrela foi residência da família Gonçalves de Castro durante 60 anos e desde a década de 90 estava abandonada. Após a reinauguração, a casa passou a ser um museu da antiga família e conta com um anfiteatro. É um marco de madeira na arquitetura em Curitiba.

Endereço: Campus da PUCPR – Rua Imaculada Conceição, 1155, Prado Velho

Horário: de segunda a sexta-feira das 8h às 12h e das 12h às 16h

Preço: gratuito

PAÇO DA LIBERDADE

Paço da liberdade

(Foto: Divulgação – SESC Paço da Liberdade)

Antiga sede da Prefeitura Municipal de Curitiba, o Paço da Liberdade foi inaugurado em 1916 com traços ecléticos e desenhos art-nouveau. e reaberto em 2009 após reformas. É gerido pelo grupo SESC (Serviço Social de Comércio) e realiza eventos culturais como cursos e concertos. O Paço da Liberdade é o único monumento no Paraná tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

Endereço: Praça Generoso Marques, Centro

Horário: de terça a sexta-feira das 10h às 21h, no sábado das 10h às 18h e domingo das 11h às 17h

Preço: gratuito

CATEDRAL

Catedral

A Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Luz, ou Catedral de Curitiba, foi construída em 1893 em um estilo neogótico com pinturas dos artistas italianos Carlos Garbaccio e Anacleto Garbaccio e inspirada na Catedral da Sé, em Barcelona, na Espanha. A Catedral de Curitiba passou por restauração e foi reaberta em 2012.

Endereço: Rua Barão do Cerro Azul, 31, Centro – Praça Tiradentes

Horário de missas: de segunda a sexta às 10h e 18h, no domingo às 8h30, 10h e 18h

Preço: gratuito

REITORIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

Reitoria

(Foto: Augusto Janiscki Junior)

Sede da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o prédio histórico foi inaugurado em 1915, após dois anos de construção. O projeto em estilo neoclássico foi feito pelo engenheiro militar Baeta de Faria. Desde 1915 passou por diversas reformas e ampliações. A obra possui mais de 17 mil metros quadrados e em 1999 foi transformado em símbolo oficial da cidade.

Endereço: Rua XV de Novembro, 1299, Centro – Praça Santos Andrade

Horário: s/ horário

Preço: gratuito

ÓPERA DE ARAME

ópera de arame

(Foto: Kiko Correia)

Projetada com uma estrutura de 360 toneladas de aço modular, coberto com placas de policarbonato e 2.400 bancos de tela de arame pelo arquiteto e professor da UFPR Domingos Bongestabs, a Ópera de Arame foi inaugurada em 1992 e fica no Parque das Pedreiras, ao lado da Pedreira Paulo Leminski. A Ópera de Arame é um teatro com capacidade para 2.400 pessoas e conta com um palco de 480 m². Ao lado do teatro há um lago e quedas d’água de cerca de 10 metros.

Endereço: Rua João Gava, 0, Pilarzinho

Horário: de terça a domingo das 8h às 20h

Preço: gratuito

MEMORIAL DE CURITIBA

Arquitetura

São 5 mil metros que abrigam salas de exposições, auditório para 144 pessoas e praça inteira. O Memorial de Curitiba foi inaugurado em 1996 e projetado pelos arquitetos Fernando Popp e Valéria Bechara inspirados no pinheiro, um dos símbolos do Paraná. É de um estilo arrojado e possui estrutura de aço e concreto com cobertura de vidro laminado.

Endereço: Rua Claudino dos Santos, São Francisco

Horário: de terça a sexta-feira das 9h às 18h, sábado, domingo e feriado das 9h às 15h

Preço: gratuito

CASTELO DO BATEL

Castelo

(Foto: Curitiba Eventos)

Castelo do Batel foi construído em 1924 pelo cafeicultor e cônsul honorário da Holanda Luís Guimarães, inspirado pelos castelos franceses da região do Loire. Em 1947 foi moradia de Moysés Lupion, então governador do Paraná. O pintor Miguel Bakun, considerado o Van Gogh brasileiro, pintou uma área superior a 640 m² no Salão dos Papagaios em 1950. O Castelo do Batel é hoje utilizado para grandes eventos em Curitiba.

Endereço: Av. do Batel, 1323, Batel

Horário: s/ horário

Preço: s/ preço

PALÁCIO AVENIDA

Palácio

Foto: Divulgação

Utilizado como sede nacional do banco HSBC e espaço cultural com o Teatro Avenida para 250 pessoas, o Palácio Avenida é considerado um dos edifícios históricos mais importantes da arquitetura em Curitiba. Foi projetado pelos arquitetos Valentim Freitas, Bernardino Assumpção Oliveira e Bortolo Bergonse e erguido pelo sírio-libanês Feres Merhy em 1929. Conta com mais de 18 mil metros quadrados. É famoso no período natalino pelo show de corais de crianças desde 1991.

Endereço: Travessa Oliveira Bello, 34, Centro

Horário: s/ horário

Preço: s/ preço

 

Fonte: curitibacult.com.br

Categoria: Cultural, Passeios Culturais, Sobre a cidade
Comentários (0)

Cursos do Museu da Gravura são opção para as férias de julho

Publicado por Guia Amo Curitiba em 23/06/2015 às 00h01

Museu

Museu da Gravura Cidade de Curitiba – Solar do Barão promove em julho cursos intensivos de férias de gravura em metal, serigrafia e litografia. As inscrições estarão abertas a partir de 22 de junho. O período de aulas vai de 6 a 31 de julho. Para a gravura em metal há duas opções: um dos cursos enfatiza, além das práticas tradicionais, as técnicas de “chine colée” e “marmorizado”. No caso da litografia, também são dois cursos, sendo que em um deles haverá abordagem sobre a técnica litográfica da policromia, que utiliza a sobreposição de duas ou mais cores.

Inscrições e informações podem ser obtidas na secretaria de cursos do Museu da Gravura – Solar do Barão, pelos telefones (41) 3321-3373 e 3321-3277, ou pelo e-mail odsantos@fcc.curitiba.pr.gov.br. Confira mais informações sobre os cursos:

GRAVURA EM METAL

Curso intensivo 1
Orientador: Maikel da Maia
Ementa: práticas de gravura em metal
Dias e horários: Curso 1 – 2ª a 6ª feira das 09h às 12h
Curso 2 – 2ª a 6ª feira das 14h às 18h
Valor: R$ 60,00

Curso intensivo 2
Orientadora: Jessica Luz
Ementa: práticas de gravura em metal / chine colée e marmorizado
Dias e horários: 2ª, 4ª e 5ª das 19h às 22h
Valor: R$ 60,00

SERIGRAFIA

Curso intensivo
Orientadora: Cyntia Werner
Ementa: práticas de serigrafia à base d´água
Dias e horários: 3ª, 4ª e 5ª feira das 19h às 22h
Valor: R$ 90,00

LITOGRAFIA

Curso 1
De 07 a 16 de julho
Orientadora: Maria Lucia de Julio
Ementa: Prática da técnica litográfica da policromia, que utiliza a sobreposição de duas ou mais cores, visando desenvolver processo artístico e criativo. Dirigido a jovens, adultos, estudantes, artistas ou apreciadores de arte. O curso oferece suporte para desenvolvimento e análise crítica do trabalho.
Dias e horários: 3ª e 5ª das 14h às 18h
Valor: R$ 60,00

Curso 2
Orientadora: Stely Marchesini
Ementa: Práticas de litografia. Dirigido a jovens, adultos, estudantes, artistas ou apreciadores de arte.
Dias e horários: 2ª, 4ª e 6ª das 14h às 18h
Valor: R$ 60,00

 

Fonte: curitibacult.com.br

Categoria: Agenda, Passeios Culturais, Sobre a cidade
Comentários (0)

Barreado - Comida típica de Morretes

Publicado por Amo Curitiba em 27/04/2015 às 14h46

Disputa-se em Morretes não apenas um lugar nos restaurantes para comer o barreado, mas sobretudo a paternidade e a posse da sua origem têm causado acirradas versões entre Morretes, Antonina e Paranaguá.
Alguns dizem que o barreado incorporou-se à alimentação do caboclo, através do " entrudo", o precursor português do nosso carnaval. Depois da folia, o barreado era servido para "forrar" o estômago.

Outros dizem que o barreado incorporou-se à culinária cabocla através dos tropeiros que subiam e desciam o litoral pelos caminhos das serras e que no final da tarde, quando acampavam para o pernoite, faziam em seguida uma densa refeição ao cair da noite. Alguns explicam que o louro é utilizado como tempero em função das suas propriedades digestivas, já que o barreado é um prato "pesado". Afirma-se também que no passado, o barreado, era levado a um braseiro deveria permanecer por 24 horas no fogo , até " ficar no ponto".

De um jeito ou de outro, todos concordam que a cachaça sempre acompanhou e deve continuar acompanhando o barreado. Símbolo de fartura, de festa e alegria, o nome do prato vem da expressão "barrear a panela", isto é; vedar com pirão de farinha de mandioca e cinza para não se perder a fervura.Outros dizem que a origem do termo está ligada ao utensílio de barro utilizado para fazer o cozido.

Hoje, o barreado ultrapassou as fronteiras culturais e a disputa entre Morretes, Antonina e Paranaguá, para se tornar o único mais típico prato do litoral paranaense.Os antoninenses que possuem a mais forte tradição carnavalesca do Paraná, tendem a associar o Barreado ao "Entrudo". Já os morretenses tendem à aproximar a origem do barreado com sua cidade, dizendo que os tropeiros, durante o ciclo da erva doce, traziam do planalto, quando desciam o caminho da Graciosa, um cozido bem temperado que durava muitos dias sem que se deteriorasse. Tempo utilizado pelos tropeiros, até que alcançassem o Porto de Cima.

Receita do Barreado

Ingredientes (Para 10 pessoas)

5 Kg de carne fresca (peito, cochão mole, patinho)
500 gramas de toucinho fresco
5 tomates sem pele
3 cabeças grandes de cebola
3 dentes de alho
4 folhas de louro
6 pitadas de cominho
6 pitadas de pimenta do reino
4 maços de cheiro-verde
1 maço de alfavaca
1/2 litro de vinagre
Sal a gosto

Preparo

Começa-se o corte. e a limpeza das carnes de véspera. As carnes e o toucinho devem ser cortados em pedaços pequenos, adicionando-se todos os temperos cortados. Leva-se tudo à uma vasilha que não seja de alumínio. Deixa-se repousar até o dia do preparo. Forra-se a panela com o toucinho e leva-se ao fogo para derreter. Depois põe-se as carnes temperadas, tampa-se a panela com uma folha de bananeira previamente sapecada na chapa para amolecer, amarra-se com um barbante grosso nas bordas. Coloca-se a tampa e barrea-se com uma mistura de cinza de fogão, farinha de mandioca e água fervendo, para dar a liga. Depois de bem vedada, leva-se ao fogo forte nas primeiras horas, passando-se para um fogo mais brando depois. O fogão tem que ser a lenha.

O tempo de cozimento é de 12 horas.

Quando a folha de bananeira estiver bem escura, está pronto o barreado.

Modo de Servir

Serve-se com farinha de mandioca, banana, laranja e arroz.
Acompanha uma bebida alcoólica (batida ou pinga) que serve para rebater este prato, considerado forte.

Fonte: http://www.morretes.com.br/

Categoria: Comidas típicas, Passeios Culturais
Comentários (0)

Museu da Fotografia recebe a mostra "Coletiva Nikon série "F"

Publicado por Guia Amo Curitiba em 26/03/2015 às 00h04

Museu da fotografia

O Museu da Fotografia Cidade de Curitiba, no Solar do Barão, recebe a partir do próximo sábado (28) a exposição Coletiva Série F. A mostra reúne vinte fotografias feitas por profissionais brasileiros consagrados, idealizada e produzida pela equipe da DOC Galeria em parceria com a Nikon. A exposição é um resgate de registros de momentos marcantes em todo o mundo, feitos pelas lendárias câmeras da série F da Nikon, durante as décadas de 60 a 90.

A exposição que é fruto de uma parceria da Fundação Cultural de Curitiba e da Omicron – Escola de Fotografia apresenta fotos de esporte, moda, natureza, arquitetura, cidade, cultura e política, dos anos 60 até o fim da era analógica, dos fotógrafos Sergio Jorge, Klaus Mitteldorf, Bob Wolfenson, Armando Prado, Luiz Garrido, Luciano Candisani, Ana Carolina Fernandes, Edu Simões, Evandro Teixeira, Walter Firmo, Tuca Reines, Jorge Araújo, João Bittar, Juca Martins, Ignacio Aronovich, Paulo Vainer, Alexandre Belém, Rogério Assis, Juan Esteves e Egberto Nogueira.

A série F é um ícone das câmeras mono-reflex voltadas ao fotojornalismo brasileiro. "O que a Omicron faz junto com a Fundação Cultural de Curitiba e o Museu da Fotografia, é dar oportunidade para que os curitibanos entrem em contato com esse belíssimo trabalho e curadoria proposta pela DOC Galeria, de São Paulo, em que alinhava um pouco do panorama da fotografia brasileira através das câmeras da série F da Nikon. Também é uma forma de prestigiar essa ideia de convergir olhares por meio do aparelho fotográfico. Pois, é importante lembrar, que o aparelho é um elemento de linguagem, que traz marcas de realização para as imagens dos fotógrafos.”, afirma o fotógrafo e diretor da Omicron, Osvaldo Santos Lima.

Encontro com Luiz Garrido
Além da exposição, o sábado no Museu da Fotografia reserva um bate-papo com o fotógrafo Luiz Garrido, autor de uma das obras que compõem a mostra. Ele falará sobre a imagem analógica e contará um pouco de sua trajetória profissional desde o final da década de 60, quando produziu a foto de John Lennon exposta na Coletiva Série F.

Sobre as câmeras
As câmeras da série F são reverenciadas até os dias atuais quando o assunto é imagem analógica. O portfólio F-SLR inclui 95 câmeras – a primeira, nomeada de NIKON SP, começou a ser comercializada em agosto de 1957 e, o último modelo desta linha, a NIKON F6, foi apresentada em outubro de 2004.

Sobre a curadoria
Durante dois meses foi feito um levantamento nos arquivos de 20 renomados profissionais brasileiros. “Encontramos fotos incríveis sobre esporte, moda, natureza, arquitetura, cidade, cultura e política, dos anos 60 até o fim da era analógica, todas feitas com este equipamento”, explica Mônica Maia, da DOC Galeria.


Serviço:
Exposição: “Coletiva Série F”
Local: Solar do Barão/ Museu da Fotografia – R. Presidente Carlos Cavalcanti, 533, Centro – Curitiba (PR)
Abertura: 28 de março de 2015 às 17h
Data: de 29 de março, a 31 de maio de 2015 (terça-feira a domingo)
Horário: Terça a sexta: 9h às 12h e 14h às 18h 
Sábado, domingo e feriado: 12h às 18h 
Segunda: não abre
Ingressos: Entrada franca
Informações: (41) 3252-1093 – Assessoria de Imprensa
(41) 3321-3240 – Museu da Fotografia
Classificação etária: Livre para todos os públicos

 

Fonte: http://www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/

Categoria: Exposição, Notícias, Passeios Culturais
Comentários (0)

Uma casa encantada, uma bruxa boa, uma biblioteca!

Publicado em 12/01/2015 às 20h32

Quem conhece o Bosque Alemão sabe o quanto as crianças adoram!


Tem uma trilha, o caminho dos contos com trechos da história de João e Maria. No meio da trilha uma casa encantada, onde uma bruxa boa canta e conta histórias. Nessa casa encantada há uma biblioteca infantil, onde os moradores de Curitiba podem fazer uma ficha e pegar livros emprestados! Os que não moram na cidade podem ler no local!

Dentro da casa há um caldeirão, onde as crianças deixam mamadeiras, chupetas, fraldas, quando não precisam mais usá-las.

Depois da história, a trilha continua e no final dela um pórtico reconstitui o frontão da Casa Milla que representa bem o estilo de arquitetura da imigração alemã!

Um lugar lindo e florido! Vale a pena conhecer!

Horário de funcionamento:

Bosque Alemão – diariamente das 8:00 às 18:00
Casa da Bruxa – diariamente das 9:00 às 17:00
Hora do conto – finais de semana às 11:00, às 14:00 e às 16:00



Saiba mais sobre o bosque:
http://www.amocuritiba.com.br/pontos-turisticos/bosque-alemao.html


Fonte: http://www.curitiba.pr.gov.br/

 

Quem já foi no Bosque Alemão?

Conte-nos o que achou e mande sua foto aqui!

 

Categoria: Parques, Passeios Culturais
Comentários (0)

left show tsN fwR fsN|left tsN fwR|left show fwR tsN bsd b01s|bnull||image-wrap|news c05|fsN normalcase tsN fwR bsd b01|b01 c05 bsd|login news normalcase c05 fwB|tsN normalcase fwR bsd b01|normalcase fwR c05|content-inner||